sábado, 17 de março de 2012

Edições "EXTRA!" 7 (Disney) - Parte 2

Na postagem anterior, falei que comprei e li com muito gosto as seguintes revistas "EXTRA!":

- PATO DONALD EXTRA! 7
- MICKEY EXTRA! 7
- PATETA EXTRA! 7

Falei também da revista do pato que, ao meu ver, foi a que veio com um conteúdo mais tradicional.

O mesmo não acontece, porém, com a revista do Mickey. E é dela que quero falar agora:

 

MICKMAN CONTRA O MANCHA NEGRA é uma aventura completamente diferente do que tenho visto até hoje. Há um super-herói - MickMan - e seu ajudante - Robteta -, e também há um vilão que continua sendo o Mancha Negra. Bem... as esquisitices começam logo por aí: Mickey de super-herói é muito bizarro!!! O camundongo é pequeno e só conta com sua agilidade e nada mais, já que os malfeitores que aparecem no desenrolar da trama são bem maiores e corpulentos. Talvez essa seja a maior importância de seu fiel escudeiro, Robteta, que mais parece uma figura do Superpateta ainda mais debochada (sim! eles conseguiram satirizar ainda mais o personagem que, por si só, já era uma bela sátira!): distrair os caras para que a agilidade do baixinho ganhasse respectiva notoriedade. E o Mancha? O próprio Mancha está muito diferente também... com expressões bastante estilizadas e uma boca - de fazer inveja ao Coringa do Batman - em sua fantasia sinistra que, com essas mudanças, ficou bem mais teatral do que terrorista.
Bom... MickMan e Robteta enfrentaram alguns bandidos até chegarem ao terrível Mancha. Nesse momento, já não acontece muita coisa a não ser um pouco mais de esquisitice para terminar a historinha.

A terceira HQ fecha esta edição e também é nesse estilo "diferente". No confronto com o rato, Mancha é dado como morto e, alguns dias depois, uma suposta viúva aparece nas mídias acusando Mickey de assassinato e por aí vai. A população revolta-se contra o rato após a exposição do pensamento de que herói não mata, portanto, se ele assim o fez, também é criminoso e perigoso. Os desenhos já apresentam traços um pouco mais "comportados" e não há aquelas fantasias estranhas e nem super-heróis que eu até então desconhecia. 
João Bafo-de-Onça e Fuinha aparecem para o julgamento do rato. Tudo leva a crer na sua condenação até que um fato muda tudo. Faltou, talvez, uma explicação melhor de como chegou-se às vias de fato, mas é uma boa história e cumpriu com o que prometeu: fechou bem a revista.

Eu não me esqueci da HQ do meio, não!!! É uma obra clássica de um dos Mestres Disney mais consagrados, mas, diante de tanta coisa inusitada no começo e no fim, essa historinha acabou ficando simples demais, coisa de criancinha de pouca idade, mesmo. Talvez, se o conteúdo tivesse sido outro, ela teria um outro valor. 

Já vou avisando aos amantes saudosistas que esta edição é "oito ou oitenta" - o leitor pode adorá-la pelo ineditismo que há na arte de seus quadrinhos, assim como pode tê-la como a pior revista de todos os tempos. Daí, fica a critério de cada um, mas já aviso que não há um meio termo.

Eu gostei! Gosto de novidades acerca do universo do Mickey. Acho que ele precisa disso - e um material com qualidade, mesmo sendo um tanto quanto chocante de início, vale a pena porque garante a fixação pelo desenrolar das coisas, a atenção, enfim, garante momentos de diversão. Quer se surpreender? Então compre "MICKEY EXTRA! 7" e veja por você mesmo se essa surpresa será boa ou não.

Mickey Extra! 7 contém 36 páginas e custa apenas R$ 1,95


 



Abraços a todos.
Fabiano Caldeira.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Edições "EXTRA!" 7 (Disney) - Parte 1

As edições recentes da série "EXTRA!" estão muito boas. Acabei lendo, em um tacada só, as revistas:

- MICKEY EXTRA! 7
- PATO DONALD EXTRA 7
- PATETA EXTRA 7


A do Donald é que exibe um conteúdo mais tradicional, dentro de tudo o que já conhecemo de seu universo. 

A HQ MULTAR É UMA ARTE já abre com tudo a edição. Nela, Donald resolve ser um guarda de trânsito e, para isso, precisa fazer toda a burocracia exigida, inclusive ouvir todas as palestras que são cheias de conversa do tipo "como convencer as pessoas de que ser guarda de trânsito é o melhor trabalho do mundo". O pior é que Donald acaba realmente ficando empolgado com a coisa toda e sai para o trabalho sentindo-se como um verdadeiro super-herói. Bem... nem preciso dizer que todo esse entusiasmo dura pouco, não é mesmo? O próprio cotidiano se encarrega de mostrar que as coias não são tão belas como ele pensava. 

Trata-se de uma trama bem divertida, mas sou suspeito para falar, pois, além de ter o pato como meu personagem preferido, também adoro essas situações de maus entendidos que acabam virando uma bola de neve. é impressionante como que, com o Donald, uma coisinha de nada poe atingir proporções gigantescas... e isso eu acho muito engraçado!

Para melhorar ainda mais esse quadro (sob o meu lado, é claro!), ainda tem a segunda história que que mostra Donald como um psiquiatra. Pois é! Acredite se quiser, mas é verdade! O pato vai indo bem com seu ofício de psiquiatra e até recebe uma visita ilustre de um figurão de determinado lugar distante. Porém, Donald comete um engano e o transforma em uma pessoa qualquer. Meus Deus!!!

E para fechar esta edição, não podia ter melhor escolha do que uma trama entre Donald e Silva. Sim, a clássica rixa entre vizinhos toma uma proporção gigantesca, dessa vez, com direito a máquinas superpotentes e casa quebradas. Gozado que no decorrer da trama até dá para pensar que tudo, enfim, se resolverá pacificamente. Mas, de repente, tudo desanda de novo e parece que fica ainda pior. Vale a pena conferir!

Pato Donald Extra! 7 contém 36 páginas e custa apenas R$ 1,95












Abraços a todos. 
Fabiano Caldeira.

O que ando lendo


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E você? O que anda lendo nesses dias?

Abraços a todos.
Fabiano Caldeira.

terça-feira, 6 de março de 2012

Frankstein do Zé Carioca (Uma Homenagem a Jorge Kato)


Atendendo a um pedido de um amigão da Internet, prontifiquei-me a falar um pouco de uma edição muito especial de Zé Carioca. Falo pouco no papagaio, sim, porque, embora ele seja brasileiro, acabo desviando-me para outros personagens. Desde quando fiquei sabendo que suas histórias estavam sendo reedições, meu interesse em comprar suas revistas diminuíram bastante e, há menos que algo novo aconteça, a tendência é deliciar-me com ele e sua turma apenas quando aparecem esporadicamente em publicações como Disney BIG e similares. Tenho carinho por ele, desejo de montão que haja novidades, mas o mundo de um ser humano que não é bem favorecido financeiramente não permite que se adquira material por mera benevolência. Faço votos de que logo venham as boas novas e que toda a turma desse simpático personagem Disney possa revigorar-se e despertar de um longo sono.

Como disse, há alguns dias, comentei com alguém sobre uma edição que a Abril publicou há alguns anos – era uma época em que as revistas dos personagens Disney estavam indo muito mal, mas o setor de publicação de quadrinhos em geral encontrava-se igualmente abalado. Chegamos a pensar que talvez o Brasil fosse dar um tempo em sua freqüente produção de revistas a não ser que nos contentássemos com a turma da Mônica, que vinha resistindo também às duras penas ante essa turbulência. Vários títulos perderam-se ao longo desses anos nebulosos: MAD, GERALDÃO, CHICLETE COM BANANA, O MENINO MALUQUINHO etc.

Uma opção supostamente viável para a editora foi lançar um grande encadernado contendo várias revistas de determinado personagem. Assim foi feito com o Donald, Mickey, Patinhas e também Zé Carioca, é claro! Esse encadernado – o qual carinhosamente chamo de “Frankstein” – aglutina nada mais  do que umas dez revistas, aproximadamente. Muitas edições têm até a capa e as datas de expediente... é como se simplesmente reunissem todas e colassem na sequência, resultando nessas quinhentas páginas. Está aí algo que talvez podemos chamar de “o irmão mais velho de Disney JUMBO” – a diferença é que, embora este lançamento de Janeiro de 2012 seja muito semelhante pelas vias técnicas, seu conteúdo é ímpar, resultado de uma grande seleção de HQs memoráveis de várias edições diferenciadas; na Disney JUMBO, encontramos conteúdo dos títulos: AVENTURAS DISNEY, PATO ODNALD, MICKEY, ZÉ CARIOCA, ALMANAQUE DISNEY, TIO PATINHAS, AS OBRAS COMPLETAS DE CARL BARKS, só para dar uma idéia; o conteúdo de seu irmão mais velho, como mesmo citei, é só referente a um título. Se é do Zé Carioca, encontraremos só as suas revistas, na íntegra, sem revisão, restauração, recolorização, sem nada disso – as revistas são reunidas tal como estão desde a época de suas primeiras publicações, então, pode-se dizer que é uma reunião de edições originais que, se pecam pela qualidade que acabou perdendo-se no desgaste natural das intempéries do tempo, por outro lado, acabam valorizando-se por mostrarem-se originais, intocáveis, virgens até a última página.



Não posso dizer pelas outras, mas foi isso que constatei no meu Frankstein do Zé: são revistas antiqüíssimas, que comportam as edições do número 531 até o 555, só que tem uma particularidade aí – naquela época, sabem-se lá os motivos, o título era assim: “O PATO DONALD APRESENTA: ZÉ CARIOCA”; o papagaio dominava as edições do pato nos números ímpares e a data é, mais precisamente, 1962.

  

 


Contendo pouco mais de 30 páginas cada, era perfeitamente possível encontrarmos HQs com o indiozinho Havita, o cão Banzé, os esquilos Tico e Teco, os três porquinhos, Pateta, Mickey e mais alguns outros personagens que serviam para compor um “mix”. Portanto, levando-se em consideração que tenho comigo mais de 20 números literalmente colados, presume-se que a variedade de núcleos diferenciados Disney é boa.


É claro que quem lidera cada revista é o Zé. Mas qual foi minha surpresa em constatar que aquele não era o personagem cujo perfil era-me conhecido – tratava-se de um ser diferente, com características até então inéditas para mim. Li histórias onde Zé Carioca contracena com Chiquinho e Francisquinho (os sobrinhos do Mickey). “Uai, sô!” – foi minha primeira reação – “O que esses meninos estão fazendo aí se existem Zico e Zeca?” Em seguida, mais surpresas:


- Pateta interagindo com o Zé (vemos o papagaio em algumas tramas fazendo o papel de Mickey);
- Huguinho, Zezinho e Luisinho ouvindo historinhas do Zé, que exibia um álbum de recordações;
- Zé Carioca com os sete anões da Branca de Neve, e com bruxas... tudo muito chocante e (por que não dizer?) incrível!





Está aí algo que realmente me causou certo embaraço. Não podia imaginar aventuras desse tipo com Zé Carioca. Muito menos ver um diálogo entre ele e Rosinha como se fossem Mickey e Minnie. Ficou tudo muito “over” na minha mente que não repudiou, não criticou, não rejeitou, mas ficou, sim, um tanto atônita com tamanho conteúdo.

Em busca de informações, fiquei sabendo pelo Fernando Ventura (artista brasileiro que mantém certo vínculo às publicações de quadrinhos da Editora Abril) que todas essas aventuras foram feitas por manda mais, manda menos que o primeiro Mestre Disney brasileiro – Jorge Kato.

Jorge Kato começou a trabalhar como letrista em 1953 e, logo, passou a desenhar as capas das publicações brasileiras Disney. Sua primeira história, no entanto, foi publicada em 1959. Os anos seguintes foram essenciais para que esse mestre mostrasse seu real valor à editora. Muitas histórias foram feitas e, em 1962, passou a adaptar algumas obras originárias dos Estados Unidos – diz a lenda, que o trabalho de adaptação consistia em refazer as obras com outros personagens no lugar dos originais; mudava-se uma ou outra coisa, mas preservava-se praticamente grande parte do material; assim foi feito, então, com esses respectivos trabalhos do Zé; verdade ou não, justifica-se tantas diferenças e fatos notórios encontrados.

Na década de 70, Jorge Kato foi também editor das publicações Disney/Abril e teve participação especial na fundação de uma escola de talentos profissionais da editora. Esse segmento obteve bastante sucesso, pois proporcionou um grande número de aventuras genuinamente brasileiras com os personagens mais queridos de todos os tempos. Dentre vários artistas que por lá passaram e deram sua contribuição, podemos destacar o Euclides Miyaura e também Eli Leon.

A primeira HQ de Jorge Kato, no entanto, teve como foco principal o Tio Patinhas. A história chama-se PAPAI NOEL POR ACASO e foi publicada na edição de O PATO DONALD 424, de 22 de Dezembro de 1959. Em seguida, veio O PERU DE NATAL, publicada em O PATO DONALD 425, de 29 de Dezembro de 1959. Em 1960 foi que teve seus primeiros trabalhos, com o Zé Carioca à frente, publicados pela editora. São eles:

- A VOLTA DO ZÉ CARIOCA (O PATO DONALD 434 – 1 de Março de 1960);
- VOCÊ JÁ FOI A BRASÍLIA (O PATO DONALD 435 – 8 de Março de 1960);
- UM PAPAGAIO DAS ARÁBIAS (O PATO DONALD 440 – 12 de Abril de 1960).

Jorge Kato já era bastante conhecido nos Estados Unidos no início dos anos 40 pelo seu trabalho com o papagaio. Só que o pessoal da terra do Tio Sam não dava muito o braço a torcer pelos seus trabalhos. Ainda assim, alguns jornais de lá exibiram, sim, suas tiras durante certo tempo. Com o passar de alguns anos, a rejeição pelo personagem foi tamanha que o mestre viu-se motivado a investir seus trabalhos apenas no Brasil. Quando publicou as primeiras aventuras brasileiras do Zé, como vê logo acima, ainda não existia uma revista com seu próprio nome. Porém, o  sucesso por aqui foi tamanho que, logo nos primeiros dias de Janeiro de 1961, a Editora Abril arranjou um meio de começar a estampar o nome do personagem nas capas ímpares do pato. Daí, então, o título “O PATO DONALD APRESENTA: ZÉ CARIOCA”.


Mais precisamente, foi na edição de número 479 que tudo isso começou - e as valiosas esquisitices também! Ainda víamos o Donald e toda a família pato dividindo o conteúdo da revista e até, algumas vezes, interagindo nas próprias histórias do Zé. Foi assim com a primeira história do papagaio nessa primeira edição que levou seu nome estampado na capa: ZÉ CARIOCA CONTRA O GOLEIRO GASTÃO. 

Ao todo, estima-se que entre 1961 e 1970, Jorge Jato produziu 43 HQs com o Zé. Além disso, também trabalhou com os demais personagens tão conhecidos e queridos por todos como Mickey, Donald, Patinhas, Escoteiros Mirins e Maga Patalójica, por exemplo. Totalizando tudo, exatamente tudo, dá um total de 58 HQs criadas por ele. Isso sem contar a fase dos “remakes” onde pagava-se as tramas dos Estados Unidos e mudavam os personagens para inserir o papagaio e, assim, ter uma aventura supostamente nova. Nesse quesito, foram “reproduzidas” um total de 128 HQs, sendo 99 dele e as outras de autoria de outro grande artista brasileiro: Waldyr Igayara de Souza. Muitos desses “remakes” eram originários de obras dos seguintes autores:

-          Paul Murry;
-          Tony Strobl;
-          Al Hubbard;
-          Bill Wright;
-          Al Tagliaferro;
-          Floyd Gottredson;
-          Manuel Gonzales

De tanto ver Chiquinho e Francisquinho com Zé Carioca, cheguei a pensar que talvez Zico e Zeca não tivessem sido criados nessa época. Ledo engano: foi exatamente Jorge Kato quem os criou, mas não os encontrei nesse Frankstein justamente porque suas primeiras aparições aconteceram no número 565 (4 de Setembro de 1962), em substituição aos nossos queridíssimos Huguinho, Zezinho e Luisinho. E, como já afirmei, tenho apenas até o número 555, ou seja, dez edições anteriores.

Jorge Kato faleceu de causas não divulgadas (se alguém souber, ajuda aí, põe nos comentários, por favor!) em 7 de Novembro de 2011 onde vivia, em São Paulo (Capital). Seus últimos trabalhos foram capas. Dizem que a última que fez consta como sendo a de ZÉ CARIOCA 1307, uma edição especial publicada pela Editora Abril no mês de Novembro 1976. No entanto, há uma história sua de apenas uma página – e dizem que esta foi a ultima que desenhou – na revista ANOS DE OURO DO ZÉ CARIOCA 3 (Janeiro de 1990).

Somando todos os trabalhos que fez para a Editora Abril, temos:

- 4 propagandas;
- 58 HQs produzidas;
- 99 “reproduzidas”;
- 698 capas para revistas Disney/Abril.

Jorge Kato foi um dos pilares a toda essa  estrutura de segmento tal qual conhecemos da Editora Abril, ao longo dos anos – uma da alavancas mais essenciais para toda a gama de publicações que estão ao nosso alcance, hoje em dia.

Mesmo  estando com meu Frankstein em péssimas condições (já o ganhei assim), não abrirei mão dele. Recentemente, doei uma porção de revistas antigas as quais ganhei de um amigo, para que outros pudessem conhecer e dar maior valor a elas, agregando todo o zelo e o amor os quais já não se mantinham mais no meu peito. Porém, essa edição precursora do Disney JUMBO continua comigo – aos trancos e barrancos, mas permanecerá aqui.

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P.S.: Só agora, pesquisando ainda mais no site do Inducks o uso de algumas imagens, foi que descobri que meu Frankstein do Zé nada mais é do que um exemplar mal conservado de ANOS DE OURO DO ZÉ CARIOCA 3, que contém 468 páginas e foi publicado em Janeiro de 1990. Ah, ah, ah! Que emoção!!!


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Fontes de dados e informações que tornaram possíveis esta postagem:

WIKIPEDIA, A enciclopédia livre - http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Kato

COA I.N.D.U.C.K.S. Banco de dados mundial sobre quadrinhos Disney - http://coa.inducks.org

ESQUILOSCANS - www.esquiloscans.com.br 

EDIÇÃO EXTRA BLOG, Artigos e notícias dos quadrinhos Disney - http://edicaoextrablog.blogspot.com


Desde já agradeço a cada site, a cada página, a cada pessoa envolvida nessas fontes de dados e informações. Muito obrigado, pois a existência de vocês e seus projetos foram essenciais para a elaboração deste. Agradeço também a todos os visitantes e um obrigado especial a todos aqueles que deram um pouco de seu tempo para ler, ver e degustar - de todas as formas mais gostosas - de tudo o que consegui incluir aqui. Muito obrigado pelo tempo de vocês, a consideração, a presença e (se houver) também pelos comentários os quais certamente me deixarão ainda mais contente.


Abraços a todos.
Fabiano Caldeira.